Ministerio Público quer dedução total no Imposto de Renda de gastos com Educação

17, maio, 2009
 



O Ministério Público Federal pretende garantir judicialmente o direito dos contribuintes deduzirem do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) gastos com Educação como aquisição de livros, informática, idiomas e cursinhos preparatórios para vestibular e concursos, sem limites de valores.

Segundo o Ministério Público, o limite que a Receita Federal estabeleceu é inconstitucional e deverá ser abolido, visto que os gastos com educação não podem ser vistos como sinais de riqueza e sim um direito à educação.

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Dedução, Educação, Imposto de Renda

  1. iaperi de melo dantas
    26, janeiro, 2010 em 16:17 | #1

    é um desrepeito com o cidadão que paga os estudos de seus filhos em uma unversidade e, ao declarar seus impostos ver teto em deduções com educação . onde fica o seus direitos consticionais de saude e educação?

  2. Cesar A. Pereira
    11, fevereiro, 2010 em 07:31 | #2

    Parabéns Ministério Publico Federal. Nós brasileiros temos hoje no Judiciário os verdadeiros representantes do Povo e de seus direitos.
    Quanto aos nossos governantes, eleitos por voto direto, tratam o brasileiro desta forma:
    “Ilegalidade da incidência do Imposto de Renda retido na fonte sobre verbas recisórias de caráter indenizatório
    Inconstitucionalidade do Imposto de Renda (IR) sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
    Ilegalidade do lançamento arbitrado com base (apenas) em extratos e depósitos bancários.
    Ilegalidade no atraso da restituição de Imposto de Renda.”
    Gostaríamos que garantissem esses direitos também.

  3. Flávio
    17, fevereiro, 2010 em 14:58 | #3

    Educação e Saúde é possível para todos: resta recursos. E o Imposto de Renda faz parte disso.

  4. GERVASIO BARROS DE MELLO
    23, novembro, 2010 em 12:29 | #4

    O leão de dentes afiados para a população em geral, acha pouco esta trabalhar até o dia 27 de maio de cada ano somente para pagar os inúmeros impostos que o Brasil detém. Impostos estes que são desviados para fins espúrios,como corrupção, superfaturamento, nepotismo e principalmente para pagar altos juros aos estrangeiros que inundam o país com seus dólares, somente para enriquecerem-se às custas dos brasileiros.

    Órgãos como o Ministério Público…TCU…Polícia Federal…Pessoas como Marina Silva…Heloísa Helena…Flávio Arns, dentre outros, merecem a nossa contemplação !

  5. Dênio Menezes de Araújo
    7, fevereiro, 2011 em 20:16 | #5

    Ainda bem que alguém está acordado . Congratulações ao ministério público pela inicativa quanto à inconstitucionalidade dos valores estipulados para dedução com instrução por depente no valor de 830,00 muito inferior que o ano anterior. No ano de 2009 tive um gasto de 930,00 reais mês com duas filhas num total de R$ 11.160 só com mensalidade e só pude deduzir 5.080 pelas duas.

  6. Joaquim Valdevino de Brito Neto
    7, fevereiro, 2011 em 20:16 | #6

    Isso é muito importante para podermos educar melhor nossos filhos, reduzindo um pouco os custos no orçamento e não apenas ficarmos limitados a esta dedução que vigora; mas quando isso será verdade, quando realmente poderemos deduzir estes gastos

  7. Renato Santos
    22, março, 2011 em 18:10 | #7

    Finalmente acordaram! Só espero que essa ação surta efeito, e logo!

  8. Wilson Martins
    22, março, 2011 em 18:57 | #8

    Muita coisa no Brasil ainda precisa de mudanças! Principalmente na forma forma de tratamento da União atraves da RFB-Receita Federal do Brasil, tratar os contribuintes como cidadão de bem e que não tem outra opção quando na “fonte” faz um verdadeiro confisco, aplicando uma taxa abusiva em seus contra-cheques dos impostos como IRRF além é claro da Previdencia. Apos esses “saques” quando da obrigatoriedade na apresentação da Declaração IR, outros confisco como no caso em tela de não poder deduzir 100% das despesas de educação etc. A forma que a RFB expoe o leão e toda campanha sordida para execrar e intimidar a classe trabalhadora que não tem como escapar e quem na verdade paga o imposto em sua totalidade neste pais, diferenciado de outras categorias que alimentam os “sistemas” da receita federal,sem nenhum cruzamento de dados, das informações para arbitrar o seu próprio teto e com isso simular o seu ´próprio imposto. É uma barbarie! Parabens Senhores e Senhoras do Ministério Público Federal!!!

  9. Ari Miguel
    6, abril, 2011 em 01:15 | #9

    Concordo com todos aqueles que postaram suas opiniões a respeito do assunto tratado. Nos, trabalhadores, temos os impostos retidos em folha de forma arbitrária e sem nenhuma condição de contestar. Quanto ao governo, que tem responsabilidade constitucional de prover as necessidades de educação e a saúde da população não faz a sua parte e nós diante desta realidade temos que pagar por serviços (educação, saúde e segurança) que é obrigação do estado.
    É muito fácil e cômodo para o governo reter na fonte o imposto de renda (faço aqui uma observação que salário não é renda) na fonte e faz vista grossa para a sonegação (que não é pequena) . É muito fácil cobrar sobre o assalariado, desconto em folha, e sobre aqueles que sonegam, o governo não vai atrás, faz vista grossa, não tem equipes de fiscalização que possa conter aqueles que sonegam. A sonegação em países desenvolvidos da cadeia sem ao menos dá o direito de responder em juízo, o sonegador vai preso imediatamente e só terá o direito a liberdade se os auditores federais em suas investigações, constatarem a legalidade do fato ocorrido.
    A carga tributária é enorme, escorchante, poucos pagam e muitos sonegam.
    A minha idéia para uma justiça fiscal e a de que todos de alguma forma pagassem baseados em sua renda como por exemplo: As oficinas, as borracharias, os bares, bodegas, restaurantes, são de beleza e outros profissionais, estabelecidos ou não, que tenham uma porta aberta para venda ou prestação de serviços possam pagar um valor mesmo que seja mínimo e só assim, haveria justiça tributária. Não é difícil gerar tal cobrança, é só colocar auditores na rua e cadastrar todo esse pessoal e empresas. Num país que arrecada bilhões em impostos se acomoda com esta situação, poderia arrecadar mais se combatesse a sonegação que representa mais de 50% dos valores arrecadados e assim, poderia diminuir a carga fiscal sobre o assalariado e sobre as empresas que contribuem de forma legal.

  10. Wagner
    11, abril, 2011 em 00:43 | #10

    Alguém sabe como está o andamento dessa questão, que começou em 2009?

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