Você sabe realmente quanto ganha?

Quem sabe quanto ganha com cem por cento de certeza nos dias de hoje? Infelizmente hoje cerca de 85% da população não tem certeza ou não fazem idéia desses números exatamente. Esse cálculo é muito importante para se fazer um orçamento responsável seja para o trabalhado contratado na modalidade CLT – ou registrado em carteira – como para prestadores de serviços e profissionais autônomos que não contam todos os meses com números exatos dos seus ganhos que também podem ser esporádicos.

Os trabalhadores de carteira assinada devem considerar os descontos como INSS e IR, assim como outros benefícios pertinentes ao cago que podem somar Vale Transporte, Vale Refeição, Contribuições Variadas (eventualmente) ou Previdência Privada.

Cada desconto acrescido depende dos benefícios que cada empregado tem direito. É difícil se calcular o imposto de renda com o salário líquido devido sua base ser encontrada somente após feitas as deduções dos contribuintes.  Pensando nisso, a Receita Federal resolveu aprimorar a  ferramenta que é utilizada anualmente para obter números que vão representar  ao máximo os valores aproximados para cda contribuinte. A calculadora pode se encontrada no site oficial .

Cada usuário deve fornecer o valor do salário (bruto mensal), o desconto representado devidamente em reais, o número de todos os dependentes, entre outras informações solicitadas para que o simulador calcule a base de cálculo do IR e o valor mensal do imposto de renda conforme a tabela progressiva vigente.

Caso o contribuinte queira chegar no resultado do salário líquido, a conta deve ser subtraída so salário bruto e informar o valor do INSS junto com a quantia do mês do IR. O desconto do INSS varia de acordo com a remuneração do trabalhador e é específico para cada salário.

Então ele será entre 8% a 11% com referência ainda para este ano. Esse percentual não deve jamais ser ultrapassado e caso o trabalhador note que o cálculo está equivocado é necessário uma comunicação urgente ao RH da empresa ou efetuar a denúncia em casos extremos onde  não houve o ressarcimento por parte da contratante.

É importante guardar todos os comprovantes de recebimento para futuras consultas enquanto houver o vínculo empregatício e até seis meses após o desligamento, recomenda os especialistas.   

Por Luciana Ávila

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Foto: Divulgação

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