Supervisor do IR defende políticas da Receita Federal

De acordo com o supervisor do IR, Joaquim Adir, as políticas da Receita Federal para estabelecer regras referentes ao número de pessoas declarantes funcionam com qualidade no Brasil. Ele indica que existe reforma no método quase de forma anual.

Em termos práticos, Adir veio a público no sentido de defender a Receita Federal depois de instituições de pesquisas mundiais indicaram que Brasil não tem número de declarantes que alcança a média de países com economia desenvolvida, como no caso de canadenses e norte-americanos, por exemplo.

Na média em terras nacionais quase 14 milhões de pessoas devem declarar o IR. De acordo com Ari, o número é maior ao levar em conta número de dependentes inclusos nas declarações, adição que deixa o valor de declarantes na faixa de 40 milhões. No universo que acrescenta 26 milhões de nomes, também existem pessoas que ganharam rendimentos.

O supervisor da Receita indica que a estimativa das 40 milhões de pessoas com renda ainda é pouco, ao considerar quadro da realidade social no país. O Grupo H&R Block, que estimou 13,5 milhões de declarantes à Receita Federal do Brasil, indica que nos Estados Unidos a metade da população declara o documento, o equivalente em aproximados 140 milhões de habitantes dos 315 milhões que existem no país.

Ao comparar o cenário nacional com o canadense, os resultados ficam ainda piores aos brasileiros. No Canadá quase 75% da população declara IR, o que se equivale em quase 27 milhões das 35 milhões de pessoas que vivem no país.

H&R Block indica destaque por conta do sistema da Austrália, na qual quantia além da metade da população geral precisa declarar. No país, há 12 milhões de pessoas que declaram contra dez milhões que não precisam fazer a Declaração, de acordo com as regras legais.

Na Índia apenas 3% dos habitantes precisam entregar o documento, um universo de 40 milhões em população com quase 1,3 bilhões de pessoas.

Por Renato Duarte Plantier

Foto: divulgação

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